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7 – Fevereiro Sangrento – Bastidores da ‘greve’

O tráfico, a criminalidade e suas variantes e os conflitos entre facções acontecem com ou sem a polícia nas ruas, a diferença é que nossa presença serve como intimidação para que os meliantes se recolham. Somos a corda imaginária que segura o bandido em sua toca, somos um cansaço inesperado que lhes impede de sair, somos como um muro que se levanta entre os morros rivais impedindo maior derramamento de sangue, menos inocentes mortos, menos balas perdidas, menos mães chorando no IML. Você pode imaginar o que acontece quando esse muro é retirado?

Não queira estar por perto para descobrir. Antes, estoque a comida que puder e se tranque em casa com sua família.

FEVEREIRO SANGRENTO - BASTIDORES DA 'GREVE'

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Primeiro livro de uma trilogia, os bastidores do movimento que desencadeou na maior crise da segurança pública do Espírito Santo, que foi o aquartelamento que durou 22 dias, no mês de fevereiro de 2017. Num curso espaço de tempo (inferior a 30 dias), mais de 200 pessoas foram assassinadas no Estado; saques a comércio e assaltos em plena luz do dia tornaram-se rotina na vida dos capixabas. Foi necessária a intervenção das Forças Armadas nas ruas para tentar inibir a violência.

A crise foi tão forte que acabou com as pretensões políticas do governador da época, que, até então, sonhara em ter seu nome indicado para a disputa da Presidência ou vice-Presidência da República em qualquer chapa. Mais do que ter os sonhos frustrados, sequer teve forças para disputar a reeleição no estado.

A história dos amigos Bruno Brandão e Marcos Bubach começa a ser contada no livro “Fevereiro Sangrento – bastidores da ‘greve”.

“Eram pais, mães, mulheres, irmãos e filhos de militares, que bloquearam a entrada do batalhão, impedindo a saída de viaturas na chamada rendição de serviço. Em Feu Rosa, tudo começou. Após posicionamento áspero e palavras ofensivas do Secretário de Segurança viu-se o movimento de bloqueio das unidades da PM se estender para toda a Grande Vitória e interior.

Também é lembrado outro fato importante que antecedeu ao aquartelamento, numa demonstração de que as associações de classe dos policiais militares – pelo menos aquelas reconhecidas oficialmente pelo Comando-Geral e pelo Governo do Estado – não tiveram envolvimento com a “greve”.

Em tal acontecimento do dia 24 de janeiro de 2017, onde é informado a respeito da decisão do presidente de uma das Associações, em adiar para 15 de fevereiro a Assembleia Geral Extraordinária que seria realizada no dia 25 de janeiro do mesmo ano. O adiamento revoltou a tropa, que queria deliberar, de imediato, por alguma manifestação contra o governo em represália aos baixos salários da categoria. Só que, antes da nova data marcada pela ACS/ES para a Assembleia Geral Extraordinária, surgiu o aquartelamento, iniciado no dia 3 de fevereiro de 2017, quando um pequeno grupo de senhoras, crianças e jovens ocupou a entrada da sede da 2ª Companhia do 6º Batalhão, no bairro Feu Rosa, na Serra. No dia seguinte, todas as demais unidades d PM já estavam bloqueadas.

Segundo Marcos Bubach, o primeiro livro falará da forma que se deu o início do movimento e se chama “Bastidores da Greve”, que trará uma narrativa cheia de acontecimentos desde o dia 3 de fevereiro de 2017. O segundo livro, a princípio, trará o subtítulo “Governo Omisso”, relevando os fatos do 8de fevereiro de 2017 até 15 do mesmo mês. Este livro abordará entre muitos outros fatos, a ineficiência das negociações do governo com as representantes do movimento. O terceiro livro, “Efeito Colateral”, trará o resultado sentido na corporação e na sociedade.

“O fim da paralisação, acompanhamento médico a alguns militares, suicídios de outros devido à pressão que sofreram, detenção de alguns PMs, processos administrativos e o desinteresse operacional da corporação que, de heróis defensores da sociedade, passaram a ser meros profissionais limitados às burocracias de suas funções e delimitações”, concluiu o escritor Marcos.


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