Canto para minha morte  —  (RAYANA DUARTE)

Infâmias por mim cometidas,

Levam-me à desastrosa desgraça,

Lastimável sepulcro ao qual sou jogada,

Salvo obra: Minha própria desonra!

Grifam-me gritos surdos, de dor e agonia, como pôr fim,

A essa tristeza infinda?

Brado aos horizontes, quem por mim acudiu?

Sou eu, digna de piedade?

Pobre de mim, apenas uma condenada às lagrimas!

Entrego-me com estas palavras mal ditas,

Ao destino cruel e impiedoso,

Minha má sorte,

Leva-me à morte.

 

 

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