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Escola Maria Ortiz

Sobre a Escola

Em meados do século XIX, uma rica família vitoriense, os Silva Cabral, fez a doação dos terrenos de sua propriedade, localizados ao lado Palácio do governo, para que fossem utilizados exclusivamente por uma instituição educacional. Neste local foi edificado o ateneu Provincial, na época apenas um pavilhão essobradado.
Mais tarde, no ano de 1982, o governo Imperial fez uma grande reforma Silva Jardim, que organizou as normas pedagógicas e distribuiu as matérias de ensino. Com base nessa reforma, em 4 de junho de 1892, o ateneu Provincial passou a se chamar Escola Normal Pedro II.
Foi no principio do século XX que a Escola Normal sofreu a sua mais profunda mudança, durante o governo Jerônimo Monteiro. Sob a orientação do engenheiro Justin Norbert, a Escola recebeu uma considerável ampliação, construindo-se outra ala em prolongamento enviesado ao pavilhão original.
A partir dessa reforma foi que a Escola Maria Ortiz adquiriu suas atuais características arquitetônica em que a fachada esquerda está voltada para a baía com uma linda vista do Porto de Vitória.
Em função da topografia do local, a fachada principal tem dois pavimentos e as demais, três pavimentos, sendo a escola cercada por um muro de alvenaria e ferro trabalhado, dando uma proteção ao seu jardim frontal e às famosas castanheiras do seu pátio.
Já o seu edifício tem uma arquitetura eclética, bem ao gosto da época, com influências barrocas e alguns traços do estilo gótico. Os vãos das janelas do térreo possuem vergas em arco pleno e cercadura em argamassa trabalhada. As três portas do térreo, com o mesmo tratamento das janelas, são sobrepostas por outras três, no pavimento superior, protegidas por sacadas de ferro trabalhado. Acompanhando esse conjunto, as janelas do pavimento superior são rasgadas e protegidas por guarda-corpo também em ferro trabalhado.
O frontão central, mais trabalhado que os dois laterais, merece atenção especial por seu formato retangular com óculo central franqueado por pináculos e terminado por um globo terrestre. Pode-se ler nele, em alto-relevo, a inscrição “Escola Normal do Espírito Santo” e logo abaixo, “1912”, que é o ano da grande reforma feita pelo governo Jerônimo Monteiro. Os outros dois frontões terminam também em pináculos e trazem as inscrições “artes” e“Sciencia”.
Em 1970, com a transferência da Escola Normal Pedro II e do Curso de Formação de professores para a Praia de Santa Helena, o Ginásio Estadual Maria Ortiz, que funcionava em um anexo, passou a ocupar todo o prédio e a se chamar oficialmente “Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Maria Ortiz”.
Por sua importância histórica e arquitetônica, o Prédio da Escola Maria Ortiz foi tombado em 1983 pelo Conselho Estadual de Cultura e é hoje, com toda justiça, um Patrimônio Cultural e Arquitetônico do Espírito Santo, protegido e preservado para as futuras gerações de estudantes capixabas.

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Premiações

1º lugar: Ester Marques

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2º lugar: Paula Nascimento Gonderin

Troféu, certificado e livros

3º lugar: Laura Alves da Silva

Troféu, certificado e livros

4º lugar: Larissa Christ Silva

Medalha, certificado e livros

5º lugar: Sulivan Santos

Medalha, certificado e livros

6º lugar: Ana Júlia Carvalho

Certificado e livros

7º lugar: Luis Henrique de Castro

Certificado e livros

8º lugar: Carolina Zacarias Valentim

Certificado e livros

9º lugar: Mirella Neves dos Santos

Certificado e livros

10º lugar: Carlos Lopea

Certificado e livros