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6 – Orfanato Cristo Rei – Do sacrifício à ascensão

Este livro surgiu do interesse em imortalizar a obra social mais relevante do Espírito Santo quando falamos de atendimento ao menor desassistido.

Em uma época onde muitas famílias vinham do interior para a região metropolitana em busca de trabalho, o caridoso padre italiano Leandro Dell’Uomo dedicava parte de seu tempo para atender e suprir, como podia, as necessidades de alguns menores que viviam perambulando pelo centro de Vitória.

Levado por seu instinto cuidador, padre Leandro teve autorização do Bispo Diocesano Dom Benedito Alves de Souza para estabelecer, mesmo que de forma provisória, um lar para cuidar de seus menores no alto do morro de São Francisco na Cidade Alta em Vitória no antigo Convento de São Francisco que foi erguido em 1591 por freis franciscanos. Aquele terreno havia sido doado à ordem pela donatária da Capitania do Espírito Santo, Luiza Grimaldi.

Em 1924 foi estabelecido o Orfanato Coração de Jesus, o ORFANATO CRISTO REI. Enquanto esteve no alto de Vitória sobre a guarda de Padre Leandro e do também caridoso Dom Luiz Scortegagna o orfanato contava com uma orquestra que se apresentava em diversas festividades, um grupo de professores, cuidadores, assistência médica, salas de aulas, horta, sapataria, alfaiataria e tipografia (onde era impresso o jornalzinho do Santuário da Penha).

Em dezembro de 1937, após uma das dezenas de viagens para o interior com o intuito de angariar recursos para a manutenção do orfanato e alimentação dos pequenos, padre Leandro apresenta seu último sopro de vida em sua cama. A obra passou a ser administrada pelas Irmãs de Jesus na Eucaristia de Cachoeiro de Itapemirim. Na administração de Dom João Batista da Mota e Albuquerque percebemos dois despejos. O primeiro, da Cidade Alta para um seminário em Viana, longe de todos os benfeitores e outro despejo de Viana para um seminário menor na Praia de Santa Helena onde cabia confortavelmente 60 das mais de 140 crianças que estavam em Viana. Foram os momentos mais difíceis que as crianças passaram. Nessa época já sob a administração da irmã Marcelina que chegara ao orfanato em 1957.

Acredito que o orfanato não suportaria essa segunda passagem em Vitória se não fosse a garra, fé e força de vontade de irmã Marcelina aliada com o futuro provedor mais relevante da obra, Jonas Porphírio. Foram às rádios, TVs, Jornais, fizeram campanhas, arrecadaram valores em pedágios na BR262, doações diversas de empresários e pessoas movidas pela caridade e abnegação.

Até um show beneficente do rei Roberto Carlos, em 1966, no SESC do Parque Moscoso serviu para recolher donativos para a construção da sede do Orfanato em Cariacica no bairro São Francisco. Após 3 anos de construção, em 1968 estava pronta a sede, erguida com o suor e esforço de 15 dos pequenos de irmã Marcelina e mais a mão de obra voluntária de moradores da região e até padres.

Com amor e com muita rigidez Marcelina seguia endireitando seus milhares de “filhos” nos caminhos da educação, do respeito, do profissionalismo... Batalhou semelhantemente ao padre Leandro para manter a obra atendendo, ganhou respeito de empresários, jornalistas, políticos e até foi recebida pelo presidente da República. Com muita determinação criou e possibilitou que muitos de seus meninos se tornassem bancários, militares, padre, administradores de empresas, professores, comerciários, servidores públicos entre outras profissões honradas.

Em julho de 2001, após um derrame cerebral morre irmã Marcelina, conhecida como “anjo branco”. Com as mudanças legislativas no tratamento das crianças e adolescentes o orfanato passou a não atender mais em regime de internato e a receber também meninas.

Até os dias de hoje essa obra quase centenária cuida, abriga, alimenta e educa centenas de crianças que se encontram em delicadas situações financeiras e sociais. Esse é o 6º livro de Marcos Bubach que é membro do Conselho de Cultura de Cariacica, Presidente da Academia Cariaciquense de Letras, Escritor e Produtor Cultural.

A publicação contou com o patrocínio da Lei João Bananeira de incentivo à cultura de Cariacica, apoio da Prefeitura Municipal de Cariacica, do Conselho de Cultura de Cariacica e da Academia Cariaciquense de Letras.

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